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Este blog é destinado a todos que interessam em aprender e compartilhar conhecimento sobre desenvolvimento de aplicativos, linguagens de programação, banco de dados, entre outros.

O que é OCX?

Abreviatura de OLE custom control. Módulo de software que se baseia nas tecnologias OLE e COM que, quando chamado por uma aplicação, produz um controle que acrescenta algum recurso interessante à aplicação. A tecnologia OCX é independente de plataforma, opera em sistemas operacionais de 16 e 32 bits e pode ser usada com várias aplicações. É a sucessora da tecnologia VBX (Visual Basic custom control), que aceitava apenas aplicações do Visual Basic, e constitui a base dos controles ActiveX. Os controles OCX podem ser criados em diversas linguagens, embora o Visual C++ seja a linguagem mais utilizada. Desenvolvida pela Microsoft, a tecnologia OCX é tratada na especificação OCX 96 (1996 OLE Controls specification). Pesquise também ActiveX controls (controles ActiveX); COM (definição 2); control (controle – definição 2); OLE; VBX; Visual Basic.

Fonte: http://o-que-significa.blogspot.com.br/2011/06/ocx.html#.UxivZPldXik

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Assembly??? O que é isso...

Uma linguagem de montagem ou assembly é uma notação legível por humanos para o código de máquina que uma arquitetura de computador específica usa. A linguagem de máquina, que é um mero padrão de bits, torna-se legível pela substituição dos valores em bruto por símbolos chamados mnemônicos.
Por exemplo, enquanto um computador sabe o que a instrução-máquina IA-21 (10110000 01100001) faz, para os programadores é mais fácil recordar a representação equivalente em instruções mnemônicas MOV AL, 61h. Tal instrução ordena que o valor hexadecimal 61 (97, em decimal) seja movido para o registrador 'AL'.
Ao contrário do que acontece nas linguagens de alto nível, existe (até certo ponto) uma correspondência de 1 para 1 entre a linguagem de montagem simples e a linguagem de máquina. Por isso a tradução do código de montagem em código de máquina não é chamada compilação, mas montagem. Consegue-se transformar a linguagem de montagem em linguagem de máquina recorrendo a um montador (também chamado assembler, originado do termo em inglês), e a transformação inversa faz-se recorrendo a um desmontador (também chamado disassembler, originado do termo em inglês).
Cada arquitetura de computador tem a sua própria linguagem de máquina e, portanto, sua própria linguagem de montagem. Essas linguagens de montagem diferem no número e tipo de operações que suportam. Também têm diferentes tamanhos e números de registros, e diferentes representações dos tipos de dados armazenados. Enquanto todos os computadores de utilização genérica são capazes de desempenhar essencialmente as mesmas funções, o modo como o fazem é diferente.

Além disso, podem existir conjuntos múltiplos de mnemônicas, ou sintaxes de linguagem de montagem, para um único conjunto de instruções. Nestes casos, o conjunto mais popular é aquele que é utilizado pelo fabricante na sua documentação.

A maioria dos processadores só consegue manipular os dados que estão em registradores e a linguagem de montagem facilita o trabalho direto com os registradores.

No mercado de PCs, dominado por processadores Intel e AMD, atualmente existem duas arquiteturas. Primeiro a IA32, criada pela Intel em 1985 e primeiramente utilizada pelo processadores i386 e segundo a IA32-EM64T (ou IA32-AMD64 ) criada em 2002 pela AMD (Mas também utilizada pela Intel hoje). O IA32 utiliza o grupo de instruções chamado x86, e o IA32-EM64T utiliza o grupo chamado x86-64. As duas arquiteturas usam números diferentes de registradores gerais e tamanho. Enquanto os registradores do x86 são 32 bits os da x86-64 são 64 bits.

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